A mão toca o espaço
entre
o chão e o teto
no
vácuo
me
desfaço
em
madeira e concreto
O olho
cola-se à imagem
do
horizonte ao léu
no vôo
me
divido
entre
o chão e o céu
Meu
coração reverbera
ao som
do seu riso
no vão
já não
sei
se sou,
se fui sido
Minhalma
se insinua
faz-me
crer que existo
no véu
já
duvido
se sou
carne e espírito

Nenhum comentário:
Postar um comentário